Número de mulheres dirigentes liberadas da Intercel dobra em 2021

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A partir da assinatura do ACT 2021/22, são pelo menos quatro mulheres liberadas fazendo a luta em defesa da categoria

O número de dirigentes sindicais liberadas da Intercel dobrou a partir do mês de novembro. De duas, passou para quatro mulheres ocupando a função de dirigente sindical liberada nos seis sindicatos que compõem a Intercel. É que, com o fechamento do Acordo Coletivo de Trabalho 2021/22 na Celesc, o número de dirigentes liberados passou a ser 13 e mais 200h para um décimo quarto dirigente.

A Intercel, ao invés de liberar mais um dirigente de 8h, optou por liberar duas atendentes comerciais de 4h – Ingrid Voigt, pelo Sindinorte, e Pricila Baldissera Kozlow, pelo Stieel. As duas são, também, as primeiras atendentes comerciais da Celesc liberadas para os sindicatos na atual configuração da Intercel, o que também é considerado um avanço, já que terão o olhar das mulheres para as demandas trabalhistas e, também, o olhar de atendentes comerciais para os problemas que afligem a categoria. Pricila e Ingrid se somam a Caroline Camargo Borba e Patrícia Mendes, dirigentes liberadas pelo Sinergia e pelo Sintresc, respectivamente.

A Intercel compreende que a diversidade de representatividade é muito positiva, pois há demandas que as trabalhadoras podem se sentir mais à vontade para dialogar com dirigentes mulheres.

Além disso, ter mulheres dedicadas exclusivamente ao movimento sindical estimula outras companheiras a participarem da luta, ainda tida por alguns como um espaço masculino, embora as mulheres lutem há muito tempo pelos seus direitos trabalhistas.

A oposição ao patriarcado e contra a invisibilidade histórica das lutas femininas são bandeiras que as mulheres pro

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