Categoria aguarda proposta de home office

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Tema esteve na pauta de diversas assembleias da categoria

A pandemia do Coronavírus acelerou uma demanda que vem sendo discutida nas organizações sindicais há quase uma década: o trabalho remoto, teletrabalho ou home office. Nas empresas em que os sindicatos da Intercel e da Intersul têm representação de trabalhadores, o tema foi pautado em diversas negociações no ano passado e também em 2021, mas em nenhumas delas ainda há uma definição.

O ONS assinou uma Carta compromisso com as entidades sindicais de discutir até dezembro de 2021 um modelo de teletrabalho. Já na Celesc, constava na pauta de reivindicações dos trabalhadores desse ano e, como já foi divulgado que há interesse da empresa e que já está sendo estudada uma normativa sobre o home office, havia expectativa que a cláusula poderia constar no ACT 2021/22.

Porém, a empresa recusou inserir o item no Acordo. No dia 28 de setembro, na reunião de assinatura do ACT 2021/22, dirigentes de sindicatos da Intercel questionaram o presidente sobre o e-mail enviado à categoria pela empresa sobre o retorno presencial após 15 de novembro. O presidente reafirmou a data de retorno presencial e falou ser necessário procurar o DPGP e outros diretores, pois o assunto ainda está sendo estudado.

Os sindicatos buscaram então a gerência do DPGP e as diretorias de Planejamento, Controles e Compliance, Geração, Transmissão e Novos Negócios e Gestão Corporativa, momento que foi afirmada a necessidade de desenvolver um sistema de controle que permita acompanhar os trabalhos em home office, e que preveem que este sistema esteja pronto e implantado até o primeiro trimestre de 2022. Os sindicatos seguem acompanhando o caso.

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