Acordo fechado, apesar de vocês

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Empregados de carreira atentaram contra ACT e contra todos os celesquianos

O ACT foi fechado mantendo direitos históricos dos trabalhadores. Este resultado só foi possível porque a grande maioria dos celesquianos defendeu o Acordo Coletivo de Trabalho. Infelizmente, tiveram aqueles que durante todo o processo articularam a retirada de direitos e o ataque aos trabalhadores e sindicatos. Para os sindicatos da Intercel, antes de qualquer cargo ocupado é preciso ter consciência de que todos são eletricitários, todos são trabalhadores e devem defender os direitos e a Celesc Pública.

Em uma empresa pública, sujeita a indicações políticas como as do atual Presidente, Diretora de Gestão e Diretor de Planejamento, ter empregados de carreira que ocupem diretorias é digno de comemoração. Afinal, a Intercel sempe defendeu que a empresa tem um quadro de pessoal capacitado e que não seria necessário trazer de fora ninguém.

Infelizmente, a história atual demonstra que as indicações políticas também fazem com que alguns esqueçam suas origens e virem as costas aos companheiros. Hoje, ocupando cargos na Diretoria temos 4 trabalhadores de carreira, sendo um eleito e os demais indicados pelo governo do Estado. Nesta negociação, enquanto ao diretor eleito era dificultada a participação nos debates sobre o ACT, os demais tomaram partido daqueles que buscavam a destruição da construção coletiva e de mais de 60 anos de conquistas através dos sindicatos.

Os diretores Pablo Cupani (Geração), Sandro Levandoski (Distribuição) e Fábio Valentim se tornaram a tropa de choque dos indicados políticos, pressionando pelo embate com a categoria. É preciso deixar registrado que, de todos, o papel mais vergonhoso foi o de Valentim, que a todo momento instigou a diretoria a não negociar e apostar no enfrentamento, o que poria em risco ainda mais as conquistas dos trabalhadores.

Apesar da triste realidade, a Intercel continuará defendendo que os cargos de diretoria e presidente sejam ocupados por trabalhadores de carreira, na certeza de que a grande maioria dos celesquianos não assumirá o papel de atacar os companheiros para se segurar no cargo, trabalhando com dignidade para defender a Celesc Pública e a valorização dos empregados, verdadeiros construtores da grandeza da Celesc.

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