Secretaria da Saúde alerta sobre casos de dengue em SC

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Não deixar água parada é regra básica para conter a dengue

A Secretaria Estadual da Saúde divulgou uma nota, em 16 de março, sobre o aumento de casos de dengue em Santa Catarina. No comunicado, o órgão indica que foram confirmados mais de 500 casos da doença no estado neste ano e que a maior parte deles se concentra na região oeste, com aproximadamente 87% dos casos autóctones.
Além disso, também informa que “119 municípios catarinenses estão infestados pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor de três doenças: dengue, zika vírus e hikungunya. Esse dado representa um incremento de 10,2% em relação ao mesmo período de 2021, que registrou 108 municípios nessa condição”.

Na última sexta-feira, 25 de março, a Vigilância Epidemiológica de Florianópolis também emitiu alerta: “desde janeiro de 2022, 82 casos de Dengue já foram confirmados em Florianópolis, número 140% maior que no mesmo período do ano anterior. Este número pode ser muito maior, já que 300 casos ainda estão em investigação”. Ainda conforme o boletim emitido pelo órgão de saúde da capital, “dos casos confirmados, aproximadamente 70% são autóctones, ou seja, a pessoa adquiriu dentro do município e 11 casos ainda estão com o local de infecção em investigação. Até agora, 15 bairros concentram os casos confirmados no município. O mais afetado, até o momento, é o Itacorubi, que concentra 65% dos casos confirmados e com transmissão ativa de casos no momento”. A região do Itacorubi é onde fica a sede da Celesc e, também, próximo da sede da CGT Eletrosul.

Não custa lembrar: evitar a proliferação da dengue é tarefa de todos nós, pois o desafio é conter a reprodução do Aedes aegypti, transmissor da dengue. A orientação da Secretaria de Estado da Saúde é esvaziar pratinhos de plantas com água, eliminar todo e qualquer utensílio que armazene água parada (garrafas, tampinhas, cascas de ovos, potinhos plásticos), retirar dos cemitérios vasos que armazenem água, acabar com pneus em lugares abertos e em depósitos de ferro velho, limpar calhas entupidas de casas e edifícios com frequência, vedar caixas d’água e ter o cuidado de dar a destinação adequada do lixo. Todo e qualquer recipiente que acumule água constitui-se em local propício à reprodução do Aedes aegypti.

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