ELETROSUL afronta trabalhadores com RVA escandalosa

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PLR para diretores é outra coisa

A cada momento fica mais evidente a verdadeira face oculta e a perversidade do modelo de administração que assola o país do desgoverno de Paulo Guedes e Bolsonaro. A gestão da Eletrobras e da Eletrosul não parecem se diferenciar.

Após sucessivos programas de redução do número de trabalhadores que vem precarizando a prestação do serviço público para a sociedade, após os trabalhadores passarem por negociações extremamente difíceis, amargando um Acordo Coletivo de Trabalho rebaixado, com perdas inflacionárias, e receberem uma Participação nos Lucros e Resultados (PLR) que não chega a duas remunerações, para os que se propõem a fazer o jogo do governo, a história é diferente!

No Conselho de Administração da Eletrosul no final de 2019 foi aprovada a proposta de Remuneração Variável dos administradores (RVA). E pasmem! O montante da RVA previsto para 2020 pode chegar a 13 remunerações para cada um dos Diretores, que já recebem mensalmente um salário médio de cerca de 37 mil Reais.

Ou seja, para cada um dos diretores que cumprirem determinadas metas, que certamente incluem a execução de programas que visam preparar e vender a empresa a preço de banana, poderão ser desembolsados perto de R$ 1 milhão por ano a título de salários e RVA. É este modelo de administração que está sendo imposto às empresas públicas, e que as entidades representativas dos trabalhadores tem a responsabilidade de combater.

Os sindicatos da Intersul tem buscado fazer a sua parte, e se mantém firmes na luta contando sempre com o apoio e a força dos que tem a coragem de assumir a postura em defesa da classe trabalhadora e de todos os bons brasileiros.

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