Planejamento e debate: Intercel e Intersul constroem pautas de lutas para a próxima data-base

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Encontros aconteceram na última semana na Grande Florianópolis e na região do Meio-Oeste catarinense

Os sindicatos da Intercel e da Intersul reuniram-se, separadamente, na última semana, para fazer o planejamento da próxima data-base da Celesc e da CGT Eletrosul. Os encontros também serviram para debater os rumos das lutas dos trabalhadores. Na Intercel, o encontro começou com uma análise de conjuntura local, nacional e internacional, conduzida pelos companheiros José Álvaro Cardoso, economista do DIEESE, Paulo Horn, Conselheiro Eleito pelos Trabalhadores da Celesc, e o deputado federal Pedro Uczai (PT).

Os dirigentes dos sindicatos da Intercel de todo o estado planejaram uma agenda de assembleias de construção e aprovação de pauta, caravana e sugestão de datas para negociação do próximo Acordo Coletivo de Trabalho na Celesc. O encontro também serviu para fazer a mudança da Coordenação da entidade, do dirigente Lucio Silva, do Sintevi, para o dirigente Cleber Borges, do Sintresc. A Secretaria da Intercel também passou do Sindinorte para o Sinergia.

Já o encontro da Intersul foi iniciado com uma análise da conjuntura política mundial, perspectivas e reflexos no Brasil, com o educador popular Emílio Gennari, acompanhado pela economista do DIEESE Cristina Vieceli e também com a contribuição nos debates do deputado federal Pedro Uczai. Ao final do planejamento, foram definidos os nomes dos dirigentes sindicais que passaram a assumir funções estratégicas na Intersul, para que se dê continuidade na luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e em defesa da Eletrobras pública prestando serviços de qualidade ao povo brasileiro.

O momento político pelo qual o país passa exige que trabalhadoras e trabalhadores se unam com os sindicatos e movimentos sociais para lutar por seus direitos, seja participando das assembleias de construção de pauta e avaliação das lutas, seja nas ruas, batalhando e manifestando contra as privatizações e ataques a direitos conquistados pela classe trabalhadora a duras penas.

O momento político pelo qual o país passa exige que trabalhadoras e trabalhadores se unam com os sindicatos e movimentos sociais para lutar por seus direitos, seja participando das assembleias de construção de pauta e avaliação das lutas, seja nas ruas, batalhando e manifestando contra as privatizações e ataques a direitos conquistados pela classe trabalhadora a duras penas.

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