Eletricitários firmes na luta contra as privatizações

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Centrais sindicais e movimentos sociais se unem em atos para defender a soberania

Em Brasilia-DF, dia 30/10, um ato reuniu caravanas de vários Estados, principalmente de Goiás e do entorno de Brasília. Petroleiros, bancários, professores, metalúrgicos, Urbanitários, trabalhadores e trabalhadoras dos Correios, servidores públicos, terceirizados e de várias outras categorias profissionais, inclusive desempregados ocuparam a esplanada dos Ministérios para protestar e conscientizar o população de que a venda das estatais não afeta somente uma categoria, mas todo o povo brasileiro, que vai sofrer com  aumentos nos preços da água, luz, gás, gasolina e na piora do atendimento.

O ato foi convocado em conjunto pelas centrais sindicais CUT, CTB, Força Sindical, UGT, CSB e Intersindical e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. As palavras de ordem foram em defesa da Soberania, Direitos e Empregos e contra a política econômica neoliberal do governo de Jair Bolsonaro (PSL) que só retira direitos trabalhistas e coloca em risco o patrimônio público, ao vender as estatais a preço de banana para empresas estrangeiras.

Já no dia 31/10, em Goiânia, foi lançada mais uma Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, em audiência Pública na Assembleia Legislativa, a exemplo do que já ocorreu aqui no Estado de Santa Catarina, onde a Frente foi lançada na ALESC dia 14/10.

Os eletricitários participam ativamente do lançamento destas Frentes, se juntando a diversas categorias, movimentos sociais e demais agentes políticos para resistir aos ataques do Governo Bolsonaro e evitar que o país entre em convulsão social, como a que se vê no Chile, Equador, e outros países onde o liberalismo econômico praticado só trouxe prejuízos à população mais pobre, aprofundando a desigualdade e desintegrando a capacidade do Estado de cumprir seu papel social. Dirigentes sindicais da Intersul e do Coletivo Nacional dos Eletricitários participaram destas atividades, além de se reunirem em Brasilia dia 31, em Plenária do CNE, para avaliação da Campanha Salarial e encaminhamentos para continuidade da campanha contra a privatização da Eletrobras.

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