Cutucadas

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Falta diálogo? – na reunião com os sindicatos da Intercel na sexta-feira, dia 21, o diretor da Celesc Pablo Cupani alegou que a empresa entende que o toque em superfícies pode ser um ponto de contágio para Covid-19. Portanto, a limpeza de móveis e equipamentos nas salas onde há casos positivos de Covid-19 deve ser feita de maneira rigorosa. Ocorre que diversos gerentes da empresa, em conversas com seus subordinados via whats app, têm alegado que o vírus da Covid-19 fica apenas no ar e não nos móveis e objetos de trabalho. A diretoria da Celesc precisa, de maneira urgente, dialogar com seus gerentes e ter um posicionamento uniforme sobre o tema – que valha para todo o estado.

Comorbidades – depois da pressão dos sindicatos, a Celesc atualizou protocolos em relação à Covid-19. Porém, o novo protocolo é mais superficial, já que não especifica sobre lojas de atendimento e não fala como deverá ser feita a higienização de ambientes contaminados. Mas o que chama a atenção é que, na última reunião feita com a diretoria e gerentes do DPGP, foi informado que estavam liberando os empregados com todas as comorbidades, o que não tem ocorrido.

Os sindicatos haviam pedido, na reunião de 6 de janeiro, que isso ficasse mais claro no novo protocolo, e que se ampliasse o rol de comorbidades, inclusive liberando prédios da empresa com grande aglomeração para quem precisa estar no trabalho presencial todos os dias. Porém, novamente, a informação que se teve com os novos protocolos (até o fechamento desta edição), é que as únicas comorbidades aceitas eram as doenças autoimunes que necessitam uso contínuo de imunossupressores e nada mais.

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