Cutucada

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Os sindicatos da Intercel sempre defenderam que a Celesc tem em seus quadros profissionais capacitados para conduzirem todas as áreas estratégicas da empresa, sem a necessidade de indicação de diretores de fora. Infelizmente, o que vemos hoje é que a característica preponderante para chagar a um cargo não é nem capacidade, nem competência.

É a subserviência. Infelizmente, a postura dos atuais diretores que são funcionários de carreira demonstra que, para subir à alta administração, basta não ter pudor e trair os trabalhadores. Afinal de contas, enquanto o Presidente-empregado-da-Engie, Cleicio Poleto Martins goza férias no silêncio absoluto dos culpados, quem o substitui é Fábio Valentim, que tem em seu “currículo” ataques aos direitos dos trabalhadores no ACT e a validação do processo golpista na DCL.

Governos e indicações políticas vêm e vão com rapidez. A memória dos trabalhadores fica. E nós nunca vamos deixar de lembrar que tivemos um presidente-substituto que se beneficiou de ataques aos empregados e à Celesc Pública para chegar à cadeira.

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