Proposta da diretoria para centralização dos CODS também pode descumprir ACP

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Na audiência com o MPT, os sindicatos apresentaram ao Dr. Acir as preocupações com a intenção da Celesc de centralizar os COD´s. Desde o início do processo, as entidades sindicais têm apontado que o projeto da empresa não reúne o mínimo de condições técnicas e de segurança para ser implementado, levando os trabalhadores em campo a uma situação de insegurança, podendo induzir os despachantes a erros que podem levar a acidentes de trabalho graves.

Apesar do Diretor de Geração e Novos Negócios, Pablo Cupani, ter tentado desvincular o debate da centralização ao do ACP, afirmando que o tema se encontra sob responsabilidade do Dr. Sandro Sardá, tendo audiência marcada para início de 2022, os sindicatos se posicionaram pelo debate conjunto, uma vez que o processo conduzido pela diretoria ocasionará descumprimentos do Acordo com o MPT, deixando os trabalhadores em situação de explícita insegurança.

O procurador lamentou que, por procedimentos internos do MPT, o tema não tenha sido vinculado ao debate do ACP, afirmando que a centralização de procedimentos não necessariamente se converte em benefícios para a empresa, principalmente se prejudica o atendimento à sociedade e expõe os empregados a riscos de saúde e segurança.

A Intercel incluirá no relato ao procurador o detalhamento da centralização, seus riscos e os potenciais descumprimentos do Acordo que ela traz.

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