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Governador e candidato à reeleição, Jorginho Mello assina carta-compromisso com a manutenção da Celesc Pública

Servidor de carreira do antigo BESC, Jorginho construiu sua trajetória política como vereador, deputado estadual, deputado federal, senador e, atualmente, governador de Santa Catarina

O governador e candidato à reeleição, Jorginho Mello (PL), foi o sétimo candidato a assinar a carta-compromisso com a manutenção da Celesc Pública. A assinatura, que ocorreu em Florianópolis, foi intermediada pelo celesquiano e candidato a deputado estadual, Eduardo Cesconetto de Souza (Republicanos).

O diálogo com todas as candidaturas ao governo de Santa Catarina é uma orientação do Congresso dos Empregados da Celesc aos sindicatos da Intercel e ao Representante dos Empregados no Conselho de Administração da Celesc. O último Congresso foi realizado em maio do ano passado, em Blumenau, e contou com a presença do governador.

Além do governador e de Cesconetto, estavam presentes no ato o Diretor Administrativo-Financeiro da Celos, Leandro Nunes, o Coordenador da Intercel, Douglas Dutra da
Silva, o jornalista da Intercel, Leonardo Contin, o presidente da Celesc, Edson Moritz, o Diretor Comercial eleito da empresa, Wagner Vogel e o ex-presidente da Celesc e atual Secretário Estadual da Fazenda, Cleverson Siewert.

O governador iniciou sua fala relatando que todas as suas ações são “por zelar a Celesc” e que sempre procurou falar bem e proteger a empresa: “não sou funcionário da Celesc ou da Casan, mas defendo as duas empresas.

Não vou privatizar a Celesc e a Casan, mas elas precisam mostrar mais”, afirmou. Jorginho continuou argumentando que “a Celesc precisa ser uma empresa competitiva no mercado e que precisa estar preparada para os próximos desafios, como o mercado livre de energia”.

O ex-presidente Cleverson Siewert lembrou dos diversos investimentos feitos pela Celesc nos últimos três anos e meio e citou a empresa como “a indutora da economia de Santa Catarina”, capaz de fazer investimentos que atraem mais indústrias ao estado. Jorginho deu sequência ao tema, lembrando, segundo ele, que “havia indústrias que iam embora de Santa Catarina por conta da questão da energia, mas que nesses últimos anos foram promovidos bilhões em investimentos para a construção de subestações e para levar a Energia Boa” e que a saída das indústrias do estado por este motivo “ficou para trás”.

Por fim, o candidato à reeleição afirmou querer que a empresa tenha vida longa: “Eu quero vida longa para a Celesc, mas para isso é preciso que ela esteja sempre na frente e seja competitiva”.

Carta-compromisso é assinada por sete candidaturas
Todas as candidaturas ao governo de Santa Catarina foram procuradas para assinar a carta-compromisso com a Celesc pública. Assinaram o documento, na sequência, os candidatos Gelson Merísio (PSB), João Rodrigues (PSD), Ralf Zimmer (PRD), Laís Chaud (UP), Bruno Pedreiro (PCO), Prof. Marcus Sodré (PSTU) e Jorginho Mello (PL). O único candidato a não assinar o documento foi o empresário e ex-lutador de MMA, Marcelo Brigadeiro (Missão). No plano de governo da chapa do Missão está escrito que as “privatizações” serão uma forma de “ampliar investimentos e acelerar a entrega de resultados para a população”.

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