Frente Nacional pela soberania é lançada em Santa Catarina

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Trabalhadores, movimentos sociais e sindicais lotam auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa do Estado, em defesa do patrimônio público

Com expressiva participação de eletricitários catarinenses foi lançada na manhã de hoje, 14 de outubro, a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, na Assembleia Legislativa de SC. Participaram do evento o presidente de honra da Frente, Roberto Requião e a senadora Zenaide Maia que preside a frente. A audiência pública tratou também da Defesa do Sistema Elétrico.

A Frente já foi lançada em vários estados brasileiros e onde passa é motivo de alegria e esperança para os representantes dos movimentos sociais e associações que reúnem os mais diferentes tipos de trabalhadores, além de estudantes. Não foi diferente em Santa Catarina.

O evento foi organizado por sindicatos de trabalhadores de empresas estatais, saúde e educação e pelos parlamentares catarinenses – deputado federal Pedro Uczai e deputado estadual Neodi Saretta – lotou o auditório da Alesc. Veio especialmente para a ocasião o deputado federal gaúcho Henrique Fontana, que preside a Frente Parlamentar contra a Privatização da Eletrosul.

Também se fez presente o senador Esperidião Amin. Construir a unidade de todas as forças democráticas, movimentos populares e organizações da sociedade civil para enfrentar o desmonte do Estado brasileiro e da Constituição de 1988, pelo governo Jair Bolsonaro, e defender a soberania nacional e os direitos que estão sendo destruídos neste processo.

Esse é o objetivo estratégico da Frente Conforme o manifesto da Frente, o conceito de soberania nacional, gravado no artigo 1º da Constituição, significa afirmar que um país “decide sobre seu próprio destino, protege seu território e utiliza suas riquezas em benefício de seus cidadãos e cidadãs”. Já participam da Frente 258 deputados e senadores.

Tanto Requião quanto Fontana defendem além da união de todos pela soberania, o enfrentamento ao atual governo. Eles vão além: propõem que, após a saída de Bolsonaro, se realize um referendo anulatório para revogar tudo ou seja, tornar sem efeito todas privatizações e medidas que atentam contra a nação e povo brasileiro.

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