Classe trabalhadora volta às ruas na 6ª Marcha dos Catarinenses

Ato reúne centrais sindicais e movimentos populares em defesa de direitos, dos serviços públicos e de um projeto de desenvolvimento para SC

No dia 18 de agosto, a classe trabalhadora catarinense tem um encontro marcado nas ruas de Florianópolis. A 6ª Marcha dos Catarinenses reunirá trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, movimentos sociais e populares e as principais centrais sindicais do estado em defesa dos direitos sociais, da democracia e de um projeto de desenvolvimento que priorize a população e os serviços públicos.

Construída de forma unificada pelas centrais CUT, CTB, CSB, Nova Central, Intersindical, UGT e Força Sindical, a Marcha marca o início de um importante período de mobilização em Santa Catarina e reforça a necessidade de organização da classe trabalhadora diante dos desafios impostos aos direitos sociais e trabalhistas.

Entre as principais bandeiras da mobilização estão o fim da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a regulamentação da negociação coletiva no serviço público, a valorização dos serviços públicos, o combate ao feminicídio, a defesa da agricultura familiar, da reforma agrária, dos povos indígenas, quilombolas e das comunidades tradicionais, além da resistência aos ataques dirigidos aos movimentos sindical e social.

As entidades organizadoras também destacam que a Marcha será um momento de fortalecer a unidade entre as diversas categorias profissionais e ampliar a mobilização em defesa dos direitos da classe trabalhadora, reforçando que as conquistas sociais sempre foram resultado da organização coletiva e da luta popular.

A concentração da 6ª Marcha dos Catarinenses acontecerá a partir das 13 horas, em Florianópolis. O local de concentração e o trajeto serão divulgados pelas entidades organizadoras nos próximos dias. Os sindicatos estão organizando caravanas de diversas regiões do estado. A orientação é que os trabalhadores procurem suas entidades sindicais para obter informações sobre o transporte e participar da mobilização.

Porque quem constrói Santa Catarina, do campo à cidade, é a classe trabalhadora.

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