CGT Eletrosul: TST concede mais 10 dis de prazo para conciliação

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Dissídio de Greve, Plano de Saúde, dias parados permanecem na pauta da Conciliação

A audiência de conciliação dos dissídios de greve das empresas Eletrobras, ocorrida no dia 24/02 no Tribunal Superior do Trabalho (TST) envolveu apenas duas das empresas. O Ministro Agra Belmonte resolveu separar as audiências e, num primeiro momento, recebeu os representantes da Eletrobras e as Entidades Sindicais da base Eletronorte e CGT Eletrosul, que já haviam formalizado uma posição favorável à conciliação e uma série de premissas pelas quais a conciliação seria possível.

A reunião foi rápida, e o Ministro do TST questionou se a Eletrobras tinha um posicionamento sobre tais premissas. A Eletrobras questionou algumas das premissas e pediu um prazo demasiadamente longo para responder. Por fim, o Ministro Agra Belmonte disse que aguarda até 10 de março por uma resposta da Eletrobras sobre as premissas apresentadas pelos representantes dos sindicatos.

A principal divergência segue sendo a forma de custeio do plano de saúde. A condição atual do ACT prevê a divisão entre empresa e trabalhadores com uma participação de 40% para os trabalhadores. Nas premissas apresentadas pelos sindicalistas, a participação dos trabalhadores a partir do próximo ACT chegaria no máximo a 30%, ainda assim, com alguns limitadores severos de comprometimento de renda. Ao final da audiência o ministro concedeu prazo de 10 dias para que as Empresas oficializem sua posição sobre uma conciliação nestas bases.

A nova audiência ainda não tem data definida para acontecer. Ao final da conciliação, espera-se que também sejam conciliadas as demais questões que fizeram parte da pauta de reinvindicações que originou a greve. Não havendo conciliação ao fim deste prazo, restará o julgamento do dissidio pelo Ministro do TST.

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