CNE define estratégia para 2019

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A luta seguirá firme em favor dos direitos dos trabalhadores do setor elétrico e contra a entrega do patrimônio do povo! A Eletrobras é nossa!

O CNE esteve reunido nos dias 4 e 5 de dezembro, na FNU, no Rio de Janeiro, quando realizou uma ampla discussão da conjuntura política, do cenário energético e do cenário interno Eletrobras. Após os debates foram definidas cinco ações prioritárias a serem tocadas pelo Coletivo Nacional dos Eletricitários.

Ações

  1. Parlamento: monitorar as ações no Congresso, articular as bancadas, analisar o material já feito, produzir o material necessário.
  2. Sociedade: buscar ampliar a discussão sobre os efeitos das mudanças do setor elétrico, para isso, aumentar a articulação com a Plataforma Operária e Campesina da Água e Energia, envolver a sociedade e movimentos sociais populares organizados.
  3. Governo: buscar a interlocução com a equipe de transição para fazer o contraponto às informações que são enviadas.
  4. Eletrobras: monitorar e concentrar as CNE define estratégia para 2019 ações que tangem às questões internas da Eletrobras.
  5. Reestruturação do CNE: necessidade de reformular a organização atual do CNE, buscando trazer as representações das empresas privadas.

Para dar conta dessas ações, é necessário retomar algumas assessorias cujos contratos foram sendo findados ao longo deste ano: – assessoria jurídica – assessoria de comunicação – assessoria parlamentar.

Como se sabe, os sindicatos de modo geral passam por dificuldades financeiras, com a diminuição das receitas impostas pela extinção do imposto sindical e pela redução do número de trabalhadores em função dos sucessivos programas de demissão nas empresas.

Portanto, para continuar a fazer frente contra a privatização da Eletrobras e os ataques aos direitos dos eletricitários/as, o CNE propõe restabelecer as assessorias retomando o procedimento de rateio das despesas entre as Federações e as Intersindicais que compõem o Coletivo.

A Intersul, por sua vez, já avalia a possibilidade de retomar a campanha de arrecadação extraordinária realizada este ano cujos valores arrecadados bancaram as campanhas contra a privatização vistas em outdoors, busdoors e ações judiciais contra medidas privatizantes.

A luta em defesa das empresas públicas e pela e manutenção dos direitos continuará sendo o maior desafio dos trabalhadores no ano novo que se aproxima.

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