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CNE defende PLR mais justa para os trabalhadores da Axia Energia

CNE reforça que valor mínimo é fundamental para reduzir as perdas dos trabalhadores com menores salários

Na última sexta-feira, 11 de setembro, a Comissão de Participação dos Lucros e Resultados (PLR) do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) se reuniu com a representação da Axia Energia para debater o próximo termo de PLR, exercício 2026 – a ser paga em 2027. Na ocasião, foram levantados diversos pontos em que havia dificuldade de entendimento, referente a proposta da empresa. Um deles é a razão pela qual a Axia se nega a pagar o piso (que já vem sendo praticado nos anos anteriores) para os menores salários.

Historicamente, o CNE sempre solicitou a linearidade da PLR, ou seja, o pagamento do mesmo valor para todas as pessoas que trabalham na empresa, independente de cargo.

Com o tempo, a empresa conseguiu impor a proporcionalidade, que acaba prejudicando quem ganha menos. Portanto, a implementação do piso é importantíssima para garantir
uma PLR melhor para quem ganha menos, já que com a proporcionalidade, os menores salários acabam prejudicados.

Vale ressaltar que no Termo de Pactuação da PLR 2025, paga em 2026, os sindicatos que compõem o CNE conquistaram um piso de R$ 15 mil. Esta conquista beneficiou os menores salários, que estão se multiplicando com as contratações de pessoas com salários baixos na empresa após a privatização, em 2022.

O CNE vai continuar lutando para que as condições de trabalho e a distribuição de PLR sejam as melhores possíveis. Esta semana, no dia 15 de setembro, ocorreu nova reunião para esclarecimentos dos indicadores.

A próxima rodada de negociação está agendada para essa sexta-feira, 18 de setembro. Os sindicatos da Intersul pedem que as pessoas trabalhadoras da Axia Sul permaneçam atentas aos informes da PLR junto ao sindicato da sua base territorial.

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